2026: Tendências que se avizinham no agroalimentar
Chegamos a 2026 e, como esperávamos, o setor agroalimentar está a viver uma revolução sem precedentes. As mudanças que começaram a ser faladas nos últimos anos agora são uma realidade.
Chegamos a 2026 e, como esperávamos, o setor agroalimentar está a viver uma revolução sem precedentes. As mudanças que começaram a ser faladas nos últimos anos agora são uma realidade.
Num setor cada vez mais exigente, pressionado por mercados, cadeias de distribuição, consumidores e pela urgência da sustentabilidade, a certificação deixou definitivamente de ser “papel”. Passou a ser decisão estratégica.
No passado dia 20 de novembro, a NATURALFA abriu as portas das suas instalações para receber o primeiro Encontro: Sustentabilidade do Setor Vitivinícola Sem Filtros.
No dia 20 de novembro, a NATURALFA promove o Encontro: Sustentabilidade do Setor Vitivinícola, um evento que junta os principais produtores, técnicos, enólogos e líderes.
Na NATURALFA, sempre dissemos que certificamos produtos e empresas, mas acima de tudo certificamos confiança. Para o produtor, para o retalhista, para o consumidor e para todo o setor.
O mês de setembro marca dois momentos decisivos para o setor agroalimentar: a AgroGlobal (9 a 11 de setembro em Santarém) e a Fruit Attraction (30 de setembro a 2 de outubro em Madrid).
Numa altura em que o consumidor exige mais, os mercados apertam critérios e os retalhistas elevam o padrão. Certificar deixou de ser uma opção, passou a ser um requisito para quem quer estar presente e ir mais longe.
Colheitas em curso, equipas no terreno, decisões a acontecer todos os dias.
E, no meio da agitação, há produtores que estão agora a ser auditados. Não por acaso, mas porque planearam com antecedência.
Cada vez mais, os olhos estão postos nos rótulos. Parece que a sua leitura deixou de ser exceção para ser a regra. Nunca se viu tantas pessoas a lê-los no supermercado como agora…
Mas o que isso significa? O que está a mudar?
Durante muitos anos, “qualidade alimentar” foi sinónimo de sabor, frescura ou aparência. Mas hoje, em 2025, esse conceito evoluiu – e os consumidores, tal como os mercados internacionais, passaram a exigir mais.
